segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Stitcher Individual
Esse é o Stitcher feito sobre o lugar escolhido para a intervenção, a "casa rosa" da rua Paraíba.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Projeto de Intervenção e maquete
A proposta do nosso trabalho de intervenção é problematizar ou solucionar uma situação encontrada no local escolhido. Eu e meu grupo escolhemos uma casa, na Rua Paraíba, que devido à construção de um prédio em um terreno vizinho teve suas estruturas abaladas, correndo o risco de ser demolida. Tal situação nos chamou ainda mais atenção quando descobrimos que a casa foi uma das duzentas primeiras casas de Belo Horizonte. Sendo assim, desejamos denunciar seu valor histórico e chamar a atenção dos passantes para uma situação que se repete em diversas partes da cidade.
Nossa proposta é criar um quebra-cabeças que forme imagens do interior da casa ou imagens antigas de Belo Horizonte e alguns monumentos históricos. Utilizaremos um circuito que, quando acionado corretamente através da combinação certa de imagens, produzirá sons (ainda não definidos). Para a construção desse quebra-cabeças utilizaremos papel Paraná, elástico e as imagens, basicamente. Pretendemos também desenhar uma faixa de pedestres em frente à casa, para possibilitar que estudantes de um curso pré-vestibular localizado em frente à casa atravessem e interajam com nosso projeto, usando datas importantes em sua história, como exemplificamos na maquete. Seguem imagens da maquete executada na semana passada, ainda com nossa proposta em desenvolvimento.
Nossa proposta é criar um quebra-cabeças que forme imagens do interior da casa ou imagens antigas de Belo Horizonte e alguns monumentos históricos. Utilizaremos um circuito que, quando acionado corretamente através da combinação certa de imagens, produzirá sons (ainda não definidos). Para a construção desse quebra-cabeças utilizaremos papel Paraná, elástico e as imagens, basicamente. Pretendemos também desenhar uma faixa de pedestres em frente à casa, para possibilitar que estudantes de um curso pré-vestibular localizado em frente à casa atravessem e interajam com nosso projeto, usando datas importantes em sua história, como exemplificamos na maquete. Seguem imagens da maquete executada na semana passada, ainda com nossa proposta em desenvolvimento.
Inhotim - Escolha individual
A instalação "Desvio para o vermelho", de Cildo Meireles, apresenta três ambientes criados em diferentes épocas: Impregnação (1967), Entorno e Desvio (1980). No primeiro ambiente, nos deparamos com uma exaustiva coleção monocromática de objetos, reunidos de tal maneira que objetos de diversos valores, como os de uso diário e obras de arte, por exemplo, sejam colocados em um mesmo patamar. Em contraste com a disposição perfeita de móveis e adornos, há um rastro de paixão e conflito, um aglomerado de ações incomuns. Nos ambientes seguintes, "têm lugar o que o artista chama de explicações anedóticas para o mesmo fenômeno da primeira sala, em que a cor satura a matéria, se transformando em matéria. (...) o que interessa ao artista nesta obra é oferecer uma seqüência de impactos sensoriais e psicológicos ao espectador: uma série de falsas lógicas que nos devolvem sempre a um mesmo ponto de partida."
Cildo Meireles é um dos artistas brasileiros mais significativos do pós-guerra. É um pioneiro da arte da instalação e é conhecido por sua proposta de ambientes carregados, conteúdos dramáticos e políticos que incorporam som, cheiros, texturas à experiência visual, provocando uma experimentação intensa de suas instalações.
Cildo Meireles é um dos artistas brasileiros mais significativos do pós-guerra. É um pioneiro da arte da instalação e é conhecido por sua proposta de ambientes carregados, conteúdos dramáticos e políticos que incorporam som, cheiros, texturas à experiência visual, provocando uma experimentação intensa de suas instalações.
Inhotim - Escolha do grupo
Em nossa visita ao Inhotim, escolhemos analisar a obra "The Murder of Crows", de Janet Cardiff e George Bures Miller. Os artistas se inspiraram na gravura "O sono da razão produz monstros" (Goya, 1799) e criaram um ambiente no qual a vida real se mistura com o pesadelo descrito por Cardiff. Cada uma das 98 caixas de som espalhadas propositalmente pelo galpão emite um som diferente e em um determinado momento, o que dá ao visitante a impressão de estar realmente dentro da história. Tal espacialização do som provoca sensações de cheiro, cor, imagens indescritíveis e únicas, o que enriquece a experiencia individual e a imaginação de cada espectador.
SketchUp final do grupo sobre a loja Vila 211
Clique aqui para visualizar a versão final do trabalho em SketchUp sobre a loja Vila 211.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Tangible Media - MIT
A proposta dos pesquisadores do Tangible Media é integrar, através do uso de interfaces, o mundo digital ao real, transformando a informação digital em algo tangível, físico.
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| WoW Pod |
Responsive Environments - MIT
O grupo Responsive Environments, também do MIT, trabalha com a idéia de como as relações e experiencias humanas podem ser criadas e desenvolvidas através do uso de sensores e de como eles podem ser responsáveis pela criação de novas sensações. Os projetos atuais do grupo envolvem a aplicação de sensores em sistemas automotivos, em instrumentação médica, em mídias interativas.
MIT Media Lab
O Media Lab é um laboratório de pesquisas em tecnologia da Escola de Arquitetura e Urbanismo do MIT (Massachusetts Institute of Technology). Nos primeiros 10 anos após sua inauguração, em 1985, o grupo manteve seu pioneirismo na produção tecnológica, o que permitiu uma grande revolução digital. Dos anos seguintes até os dias de hoje, o grupo busca formas de tornar a tecnologia um instrumento facilitador da vida e experiência humanas, como visto em seu projeto atual de adaptabilidade humana, que trabalha com portadores de próteses, por exemplo.
Las Cartas de la Plaza de Santo Domingo
Exibido no auditório da Escola de Arquitetura, no dia 10 de setembro de 2010.
Filme produzido e dirigido por Tatiana Carvalho Costa.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Interrogative Design Group
O objetivo do Interrogative Design Group é incorporar arte e tecnologia no design ao mesmo tempo em que insere nele novas questões e realidades culturais que desempenham um papel crítico na sociedade. O nome do grupo vem, justamente, do jeito de responder interrogativamente às questões tomadas como base para os projetos. É importante perceber o apelo social dos mesmos, que consistem na criação, como no caso do Homeless Vehicle por exemplo, de artefatos que resolvem problemas que não deveriam existir na sociedade civilizada, ao mesmo tempo que exaltam tal situação e a levam ao limite, o que provoca uma maior percepção dos problemas muitas vezes negligenciados.
O grupo vem desenvolvendo, desde o início, trabalhos que envolvem veteranos da guerra do Iraque e do Afeganistão e suas histórias, como o Veteran's Flame, que consiste na projeção da chama de uma vela em monumentos, usando da arquitetura para refletir a memória coletiva desse grupo de sobreviventes.
Além da rememoração das experiências desses veteranos, o grupo possui projetos que interferem no cotidiano de cidades, como o Illumination Project, um sistema de iluminação que visa simbolizar e expressar a receptividade e atenção permanente da instituição de segurança pública em relação a segurança da cidade e a qualidade de vida de seus habitantes. Nesse projeto, flashes de luz são ativados pela resposta às chamadas de emergência: as cores diferentes se relacionam com tipos de respostas diferentes - luzes de cor azul para polícia, de cor vermelha para bombeiros e de cor verde para ambulâncias.
Outro projeto interessante é o Homeless Vehicle, concebido a partir da situação dos sem-teto-sem-família de Nova Iorque: "Esse veículo não é uma solução temporária, nem permanente, para o problema da habitação. Também não foi pensado para produção em série. Seu ponto de partida é uma estratégia de sobrevivência para nômades urbanos, para os despejados da economia atual." (Krzysztof Wodiczko).segunda-feira, 4 de outubro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Flash Mob - Aglomeração Instantânea
Flash Mobs são aglomerações instantâneas de pessoas em espaços públicos para a realização de performances inusitadas, previamente combinadas via e-mail ou SMS. Tais performances duram poucos minutos, e a desocupação do espaço é quase tão rápida quanto sua ocupação.
Antes usados como forma de entretenimento e diversão, os Flash Mobs ganharam outra dimensão hoje em dia: são usados como estratégias de marketing, formas de manifestar opiniões, como críticas à política e a determinados comportamentos.
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| Guerra de travesseiros no centro de Toronto |
Teoria do Flâneur - Experimentação da Cidade
O termo flâneur (do francês: andarilho, vadio) deriva-se do verbo flâner (passear sem objetivo, sem pressa) e teve seu significado desenvolvido pelo poeta francês Charles Baudelaire, que caracterizava o flâneur como "uma pessoa que anda pela cidade a fim de experimentá-la". O uso da teoria de Baudelaire em diversos campos tornou a idéia do flâneur uma referência para a compreensão do fenômeno urbano e da modernidade.
A visão do flâneur sobre a cidade é bastante peculiar: devido à sua proximidade e intimidade com as ruas e seus componentes, ele percebe detalhes que escapam aos olhos dos passantes apressados, tendo assim uma experiência do ambiente urbano mais aprofundada e real.
Teoria da Deriva - Deixar-se conduzir pelo meio urbano
A deriva é um procedimento de estudo psicogeográfico: analisa a influência do ambiente urbano nas condições psíquicas e emocionais das pessoas, e parte do princípio de que determinadas zonas psíquicas nos conduzem a sentimentos que nos fazem decidir entre dobrar à esquerda ou à direita numa esquina, parar em determinado lugar e não em outro, por exemplo.
O praticante da deriva deve se deixar levar por suas emoções, pelo que sente quando vive determinada situação. A função desse procedimento é transformar o espaço urbano, de forma que possa ser construído e reconstruído continuamente e coletivamente.
Tais idéias foram formuladas pela Internacional Situacionista entre os anos 1950 e 1970, e levam em conta que o meio urbano em que vivemos é um potencializador da situação de exploração vivida, sendo assim necessário inverter tal perspectiva, para que o meio urbano se torne um espaço de libertação, e não opressão.
Atualmente muitas pessoas que estudam geografia urbana e muitos coletivos que questionam a urbanização experimentam a deriva como forma de estudo e de práxis política.
Le Parkour - A Arte do Deslocamento
O Parkour é uma atividade que consiste em mover-se de forma rápida e eficaz usando as habilidades do corpo humano. Uma importante característica dessa disciplina é a eficiência: os praticantes não só se movem da forma mais rápida que encontrarem, mas da maneira energeticamente mais econômica e o mais diretamente possível, transpondo obstáculos de qualquer ordem.
As inspirações para essa arte surgiram de diversas partes, mas principalmente de um treinamento militar chamado parcours du combattant, desenvolvido por Georges Hébert, no século XX. Em seguida, David Belle (fundador do Parkour) foi agregando características de ginástica e artes marciais à atividade.
Sem limitações de espaço para ser praticado e devido à sua acessibilidade, o Parkour é conhecido e praticado em diversas partes do mundo e possibilita o desenvolvimento da força, resistência, coordenação motora, concentração, força de vontade, determinação, coragem.
Clique aqui para acessar o vídeo de uma propaganda para uma bebida energética chamada "V The Republic".
domingo, 12 de setembro de 2010
Festival de Arte Digital
O Festival de Arte Digital, que está acontecendo no Oi Futuro, tem como principal objetivo a interação, um tanto quanto inusitada, entre os visitantes e o mundo digital. As performances mostram um uso artístico de ferramentas digitais, criando efeitos sonoros, projeções, iluminações que intrigam e estimulam seus espectadores e visitantes.
Nessa instalação, uma canetinha de laser permite ao visitante desenhar imagens que, ao mesmo tempo em que são filmadas, são projetadas na parede. É possível fazer fotografias da imagem criada através de um botão acoplado ao sistema.
Já nessa, as luzes se acendem de acordo com o som das vozes produzidas pelos visitantes.
Além das duas instalações acima mencionadas, existem outras interessantíssimas (como por exemplo uma que, utilizando imagens da BH trans, projeta a sombra de quem se coloca na frente da câmera e outra que imita os sons e movimentos do corpo humano) que valem uma visita.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Visita à Pampulha
Na última sexta-feira visitamos o Museu de Arte da Pampulha e a Casa do Baile, construções que fazem parte do conjunto arquitetônico da Pampulha. A pedido de Juscelino Kubitschek, então prefeito de Belo Horizonte, o arquiteto Oscar Niemeyer foi incubido de projetar o conjunto (parte integrante de um plano de modernização da cidade), que contava com a construção de cinco edifícios: um cassino, um clube de elite, um salão de danças popular, uma igreja e um hotel, este último não saindo do papel.
O cassino, desativado após a proibição do jogo no Brasil, abriga atualmente o Museu de Arte da Pampulha. O caráter modernista do prédio é facilmente percebido na alternância entre volumes planos e curvos, no jogo de luz e sombra, na oposição entre a horizontalidade do edifício e a verticalidade da posição dos paineis de vidro e do revestimento interno de Alabastro.O arquiteto inovou na mistura do clássico com o moderno, e soube representar, através dos painéis de vidro e das pilastras em inox, a sensação de leveza do edifício, como se este flutuasse. Observa-se também a interação entre os conceitos de público e privado (do livro "Lições de Arquitetura" de Herman Hertzberger) por meio dos painéis de vidro que circundam o museu.
A Casa do Baile, por sua vez, possui um caráter mais simplório, mas não menos modernista, devido à sua destinação principal (salão de danças popular). Seu projeto é bastante peculiar: baseia-se na composição de duas circunferências que se tangenciam internamente, o que esconde do visitante a área de serviço e os banheiros. Sua marquise sinuosa integra-se na paisagem como se acompanhasse as curvas das margens da lagoa.
Ambos projetos paisagisticos foram realizados por Burle Marx, que também inovou no uso de plantas nativas nos jardins dos dois edifícios, se distanciando dos jardins ingleses e franceses, em alta na época.
A visita foi bastante enriquecedora, pois pela primeira vez conseguimos ter um olhar mais crítico e minuncioso sobre grandes obras arquitetonicas, percebendo suas qualidades (que saltam aos olhos) mas também os limites encontrados em sua construção.
| Entrada do Museu de Arte da Pampulha |
| Vista lateral |
| Rampas revestidas de Alabastro |
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| Casa do Baile |
| Marquise |
sábado, 21 de agosto de 2010
Performance
Aí está o vídeo da performance que fizemos na semana passada. A idéia era escolher um ambiente da Escola de Arquitetura e ocupar seu espaço de uma forma inovadora, que fuja do seu objetivo principal.
Eu e meu grupo escolhemos essa escada pois achamos muito interessante sua localização (em um "beco" dentro do prédio) e pelas possibilidades que o espaço nos oferecia. Decidimos brincar um pouco com o movimento de subir e descer escadas e com uma situação muito comum no dia-a-dia: as tentativas de desviar dos obstáculos que aparecem em nosso caminho, sejam postes, latas de lixo, cachorros, pessoas.
Achei muito interessante como trabalho pois estimulou nossa criatividade para habitar de forma diferente um espaço que já tem uma destinação / forma de uso predefinida, o que tem uma relação direta com a nossa futura profissão.
domingo, 15 de agosto de 2010
Refazendo...
Aqui está a segunda versão da foto da Amanda. Nesse novo trabalho, apesar de utilizar a mesma foto de base, evidenciei um pouco mais o lado musical da minha colega. A imagem bem colorida, ao contrário da anterior, indica seu lado alegre e bem humorado.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Retrato de Amanda Lage - 11.08.2010
A proposta desse trabalho era a edição, através do Photoshop, da foto de um colega de sala. Tive a sorte de fazer meu trabalho com a Amanda, com quem tenho afinidade e sobre quem sei bastante coisa, devido à sua facilidade de se comunicar. O que mais me chamou atenção nela, além de sua incrível capacidade de ligar assuntos diversos, foi seu lado altamente musical - ela toca mais instrumentos do que a sala toda junta!
Minha ideia foi mostrar sua facilidade de comunicação, tanto através do uso das palavras quanto através da música. Escolhi representar na foto suas mãos e sua boca, que são indispensáveis à produção musical. As mãos, que fazem alusão a um megafone, e a luz da fotografia, que dá profundidade à imagem, representam o alcance de suas palavras.
Como uma aprendiz do Photoshop, ainda não conheço bem suas ferramentas e aplicações, mas procurei exprimir duas das características mais marcantes da Amanda.
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