Trabalho feito no SketchUp sobre a loja Vila 211.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Visita à Pampulha
Na última sexta-feira visitamos o Museu de Arte da Pampulha e a Casa do Baile, construções que fazem parte do conjunto arquitetônico da Pampulha. A pedido de Juscelino Kubitschek, então prefeito de Belo Horizonte, o arquiteto Oscar Niemeyer foi incubido de projetar o conjunto (parte integrante de um plano de modernização da cidade), que contava com a construção de cinco edifícios: um cassino, um clube de elite, um salão de danças popular, uma igreja e um hotel, este último não saindo do papel.
O cassino, desativado após a proibição do jogo no Brasil, abriga atualmente o Museu de Arte da Pampulha. O caráter modernista do prédio é facilmente percebido na alternância entre volumes planos e curvos, no jogo de luz e sombra, na oposição entre a horizontalidade do edifício e a verticalidade da posição dos paineis de vidro e do revestimento interno de Alabastro.O arquiteto inovou na mistura do clássico com o moderno, e soube representar, através dos painéis de vidro e das pilastras em inox, a sensação de leveza do edifício, como se este flutuasse. Observa-se também a interação entre os conceitos de público e privado (do livro "Lições de Arquitetura" de Herman Hertzberger) por meio dos painéis de vidro que circundam o museu.
A Casa do Baile, por sua vez, possui um caráter mais simplório, mas não menos modernista, devido à sua destinação principal (salão de danças popular). Seu projeto é bastante peculiar: baseia-se na composição de duas circunferências que se tangenciam internamente, o que esconde do visitante a área de serviço e os banheiros. Sua marquise sinuosa integra-se na paisagem como se acompanhasse as curvas das margens da lagoa.
Ambos projetos paisagisticos foram realizados por Burle Marx, que também inovou no uso de plantas nativas nos jardins dos dois edifícios, se distanciando dos jardins ingleses e franceses, em alta na época.
A visita foi bastante enriquecedora, pois pela primeira vez conseguimos ter um olhar mais crítico e minuncioso sobre grandes obras arquitetonicas, percebendo suas qualidades (que saltam aos olhos) mas também os limites encontrados em sua construção.
| Entrada do Museu de Arte da Pampulha |
| Vista lateral |
| Rampas revestidas de Alabastro |
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| Casa do Baile |
| Marquise |
sábado, 21 de agosto de 2010
Performance
Aí está o vídeo da performance que fizemos na semana passada. A idéia era escolher um ambiente da Escola de Arquitetura e ocupar seu espaço de uma forma inovadora, que fuja do seu objetivo principal.
Eu e meu grupo escolhemos essa escada pois achamos muito interessante sua localização (em um "beco" dentro do prédio) e pelas possibilidades que o espaço nos oferecia. Decidimos brincar um pouco com o movimento de subir e descer escadas e com uma situação muito comum no dia-a-dia: as tentativas de desviar dos obstáculos que aparecem em nosso caminho, sejam postes, latas de lixo, cachorros, pessoas.
Achei muito interessante como trabalho pois estimulou nossa criatividade para habitar de forma diferente um espaço que já tem uma destinação / forma de uso predefinida, o que tem uma relação direta com a nossa futura profissão.
domingo, 15 de agosto de 2010
Refazendo...
Aqui está a segunda versão da foto da Amanda. Nesse novo trabalho, apesar de utilizar a mesma foto de base, evidenciei um pouco mais o lado musical da minha colega. A imagem bem colorida, ao contrário da anterior, indica seu lado alegre e bem humorado.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Retrato de Amanda Lage - 11.08.2010
A proposta desse trabalho era a edição, através do Photoshop, da foto de um colega de sala. Tive a sorte de fazer meu trabalho com a Amanda, com quem tenho afinidade e sobre quem sei bastante coisa, devido à sua facilidade de se comunicar. O que mais me chamou atenção nela, além de sua incrível capacidade de ligar assuntos diversos, foi seu lado altamente musical - ela toca mais instrumentos do que a sala toda junta!
Minha ideia foi mostrar sua facilidade de comunicação, tanto através do uso das palavras quanto através da música. Escolhi representar na foto suas mãos e sua boca, que são indispensáveis à produção musical. As mãos, que fazem alusão a um megafone, e a luz da fotografia, que dá profundidade à imagem, representam o alcance de suas palavras.
Como uma aprendiz do Photoshop, ainda não conheço bem suas ferramentas e aplicações, mas procurei exprimir duas das características mais marcantes da Amanda.
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